4/07/2015

A Morte do assassino

Após seu último assassinato, Jeff estava a procura de outra vítima. Em quanto ele caminhava ele pensou.
- os meus assassinatos eram tão perfeitos, antes matar me dava prazer, eu adorava ver as minhas vítimas morrendo bem devagar em quanto eu limpava a faca com a língua e rindo, mas, mas agora sinto algo muito estranho, eu quase deixei aquele garoto vivo, sinto a falta do meu irmão, me sinto imundo, sou um monstro o que ouve comigo?
Após andar mais um pouco Jeff viu um homem de capa preta vindo em sua direção, ao se aproximar ele falou.
- calma Jeff, isso vai passar.
- quem é você?
- meu nome não é importante,  sua história não pode acabar assim.
- como você sabe?
- isso não importa, esta vendo aquela casa com o número 244?
- sim.
- ali sua história não vai ter fim.
- ok, você me convenceu.
Jeff foi até aquela casa mas ele não sabia que ali sua história iria ter um fim.
- L. Ele está indo para a casa.
- para de me chamar assim.
- tá, mas ele está aí.
- ok.
Quando Jeff entrou na casa escutou uma voz dizendo.
- Sabia que você parece uma garota com o rosto deformado.
- onde você está?
- atrás de você.
Após isso Jeff recebeu uma pancada na cabeça é desmaia, um tempo depois ele acorda amarrado em uma cadeira.
- acordou bela adormecida.
- eu vou te matar.
- sério? acho que dessa vez não.
- cade minha faca?
- a tá falando daquele pedaço de ferro?  Acho que o  joguei no lixo.
- como você pode pegar na minha  faça?
- simples, com as mãos.
- meu casaco onde está?
- o joguei na lareira.
- era a única lembrança do meu irmão.
- cala a boca sua bicha.
- o homem da capa preta falou que minha história iria continuar aqui.
- ele é o meu parceiro, sua história tá muito longa acho que tá na hora de parar.
- tá pode me  prender.
- te prende,  Hahahaha, sério? Eu tenho uma permiçao pra te mandar pro inferno.
- então me mate logo.
- se eu te matar rapidamente não vai ter graça, só vou brincar um pouco.
Após longas horas de tortura o detetive falo.
- você é resistente.
- pare é me mate logo.
- cala a boca, é deixa eu brincar.
- ei, pergunta pra ele quanto é mil menos sete?
- porque eu vou perguntar isso?
- e uma coisa do tokyo ghoul.
- deixa eu trabalhar, e eu tô ficando cansado disso.
- então me mata logo.
- o homem da capa preta.
- eu?
- é, me passa essa faca aí.
- tá na mão.
- calma me diga pelo menos seu nome?
- meu nome, digamos que meu nome é B.
O detetive pegou a faca, olhou nos olhos do Jeff, botou a  faca na garganta do Jeff e falou.
- shhhhhiiii, GO TO SLEEP FILHO DA PUTA.

1/06/2015

Slender, o encontro da morte. parte 1


Jack estava entediado é resolveu procurar um jogo na internet, após um tempo procurando ele acha um jogo chamado slender e resolveu baixa-lo ai Jack pesou, vou ver os comentários para ver se esse jogo é bom, ao olhar os comentários só avia um que dizia não joguem esse jogo, esse comentário era de uma pessoa chamada de Chris, Jack pensou vou baixar assim mesmo não deve ser tão chato assim, quando ele olhou para o relógio vil que já estava atrasado para o trabalho ele deixou o computador ligado baixando o jogo enquanto ele estava no trabalho.
Jack passou o dia pensando no jogo, ele estava voltando do trabalho ao passar perto de uma floresta Jack viu um vulto, Jack pensou foi só a minha imaginação é continuou dirigindo, ao chegar a sua casa, Jack saiu do carro é foi em direção da porta da sua casa quando a abriu viu que todas as lâmpadas estavam quebradas é tinha sangue espalhado pela casa quando dê repente uma luz em seu quarto chama sua atenção Jack imediatamente foi ver oque era ao chegar viu vários desenhos na parede é sangue espalhado pelo chão, o computador estava com uma tela preta com uma mensagem de loading.
Ao entrar no quarto a porta se fecha atrais dele, de repente Jack desmaia, após um tempo ele acorda no meio de uma floresta, em sua frente tinha uma lanterna, um pouco a frente tinha um tipo de casa, Jack foi ate lá quando.

Continua...

1/02/2015

Cidade do medo Parte 3


Depois da explosão apareceram muitos zumbis em minha volta, eu voltei para delegacia tranquei a porta e fui para o telhado, quando cheguei ao telhado escutei tiros vindos da frente do prédio ao olhar vejo uma briga de sobreviventes, eu esperei a brica acabarem após um tempo os tiros pararam a rua estava lotada de zumbis, no final da rua tinha um caminhão é os zumbis estavam o rodeando como se alguém estivesse ali, eu pensei em esperar os zumbis irem embora, mas ouvi um grito vindo do caminhão, eu falei.
- tenho que fazer alguma coisa.
Após um tempo pesando percebi que tinha uma cerca que ia da delegacia ao caminhão, eu sai da delegacia pulei a cerca e fui em direção do caminha, ao chagar olhei por cima da cerca é tinha uns 15 zumbis em volta do caminhão, um pouco, mas a frente tinha um sobrevivente com um tiro no abdômen estava quase morto, peguei minha faca, retirei a camisa dele fiz uma saco com a camisa, abri o abdômen dele é botei os órgãos na camisa e a joguei por cima da cerca, distraindo os zumbis, pulei a cerca fui em direção à cabine ao abri a porta tinha garota com a perna ferida.
- ei quem é você?
- calma, venha comigo se quiser viver.
Peguei a garota nos braços e fui em direção a um carro um pouco, mas a frente abriu a porta de trais do carro.
- entra ai rápido
- ok
Fechei a porta, dei a volta no carro e entrei, botei as armas no banco do passageiro, as chaves ainda estavam na ignição é falei.
- vamos sair daqui.
- pra onde vamos?
- um lugar seguro.
- qual seu nome?
- nomes não importam, mas sou o Bruce, e o seu?
- Ellen França.
- ok, e esse ferimento ai?
- foi uma bala.
Após um tempo dirigindo cheguei onde tinha deixado o carro, mas tinha outro carro lá ao olhar vi que era o carro do William, desci do carro é falei.
- Que tá fazendo aqui?
- fui te procurar achei o carro aqui é fiquei esperando, conseguiu as armas?
- sim, mas temos que voltar pra pegar mais.
- quem tá ali no carro?
- uma garota que resgatei
- ela não foi infectada?
- não, cara pega o carro é vamos sair daqui.
Ao chegarmos lá falei com William pra ele pegar as armas que eu ia levar a Ellen para dentro pra fazer um curativo é umas perguntas.
Após um tempo ela me falou todo que sabia não era muito, mas dava pra aproveitar, três dias depois eu é o William fomos à delegacia buscar o resto das armas quando...

Continua...